Bandersnatch: O filme interativo de Black Mirror é a novidade para os cinéfilos

Após o grande sucesso da série Black Mirror na Netflix, foi anunciado, ainda em outubro do ano passado, a estreia do filme interativo. O anúncio causou grande espanto no público pela peculiaridade, e ficou no “Top one” das interações em grupos de cinéfilos. Mas “Bandersnatch”, que estreou na última sexta (28), superou todas as expectativas criadas.

A história gira em torno de Stefan (Fionn Whitehead), um jovem programador que está em busca de emplacar um jogo chamado “Bandersnatch”, no ano de 1984. Baseado em um livro homônimo, o jogo é uma história interativa, assim como a obra literária que enlouqueceu o seu criador, o escritor fictício Jerome F. Davies.

Assim como o autor do romance que inspirou o jogo, Stefan também é um atormentado. O filme fala a todo momento sobre conceitos como decisão, destino e livre-arbítrio, numa tentativa de mostrar que decisões podem levar a determinados destinos.

Interatividade

Na proposta de “Bandersnatch”, a história é construída conforme a decisão do usuário, não tem como determinar os rumos que ela vai tomar. Em outras palavras: é preciso assistir a tudo para saber o(s) final(is).

Alguns momentos trazem duas opções na tela, e você tem segundos para decidir como a história vai continuar. São desde decisões simples, como escolher o cereal que o protagonista vai tomar, até as mais sérias, com consequências diretas para a trama.

Por conta disso, a duração do especial varia. No serviço de streaming, ela está estimada em 90 minutos, mas ao todo há 312 minutos: mais de cinco horas de material a ser explorado. O complexo roteiro, com saltos no tempo e até cinco finais possíveis, é um prato cheio para maratonas, teorias de fãs e discussões sobre quais finais as outras pessoas chegaram.

Curioso, não é!? Esse top já invadiu a programação de férias da turminha que adora um sofá com amigos e pipoca.

 

*Com informações da Superinteressante

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